Caia uma chuva torrencial em São Paulo na noite de ontem, 27 de janeiro. Mas, com ingressos comprados há mais de um mês, fomos eu e Nadia para o Via Funchal ver o show do Orishas.
Me surpreendi. A casa estava lotada! No show anterior que eles fizeram aqui, não havia tanta gente e nem um público tão animado, cantando todas as músicas do trio cubano.
Roldán e Ruzzo subiram no palco. Faltava um, o ‘deus negro’ Yotuel. Ele já entrou pulando e colocando todo mundo para pular! Eles apresentaram músicas do novo CD, “Cosita Buena” – que eu não acho para comprar de jeito nenhum -, mas também cantaram os hits dos discos anteriores, como “Represent”, “A lo Cubano”, “Atrevido” e “Nací Orishas”. Até um “Quanta Lamera” os cubanos mandaram ver, para a alegria da galera!
O show é uma energia só. As músicas, que misturam ritmos cubanos com rap, não deixam ninguém parado. Nem os três Orishas, que no palco cantam, dançam com passinhos coreografados e interagem com a platéia a todo momento.
Feliz de tocar aqui pela 6ª vez, Yotuel disse que não foi o público que se dirigiu até o show para vê-los. O Orishas é que saiu de Cuba para encontrar o público brasileiro. Com os fãs, via-se bandeiras, camisas e bonés de Cuba. O trompetista da banda retribuiu, vestindo a camisa da seleção brasileira.
Duas horas de show, a gente querendo mais e eles não querendo deixar do palco. Pena que foi apresentação única…
Ponto negativo: o microfone do Roldán estava baixo. Por vezes não dava para ouvir o que ele estava cantando ou dizendo.
Ponto alto: Yotuel Romero. O homem é incrível! Lindo, sarado, dança que é uma coisa! Quase que levou a mulherada ao desespero quando, sem camisa, rebolava até o chão! Ô lá em casa…

Além disso tudo, ele ainda canta no Orishas...

